July 2009
Monthly Archive
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16 Jul 2009 | : Audi, carros equipados
A empresa alemã especialista em tuning automóvel “PPI Automotive” lançou a sua versão PPI RAZOR GTR do Audi R8, e será estriado este ano no “Top Marques Monaco” este ano (2009). À um ano a traz, a PPI introduziu a sua edição do R8 RAZOR no “Essen Motor Show” que teve grande sucesso. O novo modelo GTR tem todas as mesmas características que o R8 RAZOR tinha, com tudo, a PPI apimentou um pouco o R8 para conseguir uma, ainda melhor, performance da versão GTR. Algumas das novas partes que instalaram foram um super-alimentador redesenhado e um escape de aço inoxidável de alto desempenho. Os números deste Audi R8 são de 580 cavalos de potência ás 4.700 rpm, e 600Nm de binário ás 6.200 rpm, o que é excepcional por pesar apenas 1.580 kg.

A aceleração deste R8 é incrível, nuns meros 3.7 ele consegue alcançar os 100 km/h e tem uma velocidade máxima de 332 km/h. Isto é possível devido aos contínuos testes e pesquisas levadas a cabo pela “PPI Automotive”, e com todo o seu conhecimento eles foram capazes de criar um verdadeiro carro desportivo. Com os seus testes e desenvolvimento num tonel de vento, a PPI foi capaz de melhorar ainda mais a aerodinâmica nesta versão, do que foi na anterior. Um novo pára-choques dianteiro especialmente concebidos com um difusor anexado foi posto em prática para reduzir as forças de elevação. Foram instaladas entradas de ar maiores para providenciar arrefecimento aos radiadores, em conjunto com umas saias laterais que lhe dão um aspecto bastante desportivo. Na traseira do carro, está uma asa especial que vem com uma barbatana ajustável, um novo pára-choques traseiro e mais algumas entradas de ar para permitir o arrefecimento do motor. Foram instaladas várias partes em carbono tais como um difusor traseiro, e isso compensa o fluxo de ar entre a asa traseira e o novo pára-choques frontal.

O Audi R8 RAZOR GTR está assente em jantes de liga leve MAG9 em fibra de carbono e pneus Michelin Pilot Sport 2 com medidas de 255/35 ZR19à frente e 325/25 ZR20 a traz. Foi instalado o sistema de travões feito com peças de alta performance e pode ser facilmente identificado pelos seus calipos de 6 pistons cor-de-laranjas. O interior foi alvo de pequenos, vários melhoramentos tais como algumas partes em carbono para o fazer perder mais uns quilos. Algumas dessas partes são o freio do travão-de-mão, os protectores do tejadilho, o radio e a consola central.
05 Jul 2009 | : carros equipados
O drifting moderno começou por ser uma técnica bastante popular entre os pilotos de automóveis nas competições de Turismo no Japão à cerca de trinta anos atrás. A lenda do motociclismo que virou piloto de automóveis, Kunimitsu Takahashi, foi o principal criador das técnicas de drift nos anos setenta. Ele era famoso por bater no ápice (o ponto em que o carro está mais perto do interior de uma curva) a grande velocidade e depois deslizando pelo canto, preservando a saída em alta velocidade. Isto fez com que ele ganha-se várias competições e uma legião de fãs que apreciação o espectáculo de pneus fumegantes. Assim como os pilotos profissionais começaram a adaptar esta técnica, também os “street racers” começaram a utiliza-la.

Também Keiichi Tsuchiya (conhecido por dorikin/Rei dos Drifts) ficou particularmente interessado nas técnicas de drift de Takahashi. Tsuchiya começou a praticar as suas habilidades de drifting nas estradas das montanhas do Japão, e rapidamente ganhou uma reputação entre os fanáticos das corridas. Em 1987, varias revista de carros, populares e garagens de tuning concordaram em produzir um vídeo do Tsuchiya a exercer as suas capacidades de drifting. O vídeo, conhecido por “Pluspy”, tornou-se um sucesso e inspirou muitos dos pilotos profissionais de drifting nos circuitos dos dias de hoje. In 1988, Em conjunto com a fundador da revista “Option” e o editor chefe Daijiro Inada, ele iria ajudar a organizar um dos primeiros eventos especificamente para drifting ao qual deram o nome de “D1 Grand Prix”. Ele também deslizou por entre todas as curvas do circuito Tsukuba no Japão.
Um dos primeiros eventos de drits registados fora do Japão foi em 1996, realizado na pista de Willow Springs na California apresentado pela revista japonesa de drifting. Inada, fundador do campeonato “D1 Grand Prix” no Japão, Kenji Okazaki e Keiichi Tsuchiya, que também deu demonstrações com um Nissan 180SX que a revista troce do Japão, foram os juízes do evento com Rhys Millen e Bryan Norris como dois dos operadores. A arte dos drift tem, desde então, explodido dos desportos motorizados mais populares na América do Norte, Austrália e Europa. A primeira competição na Europa foi apresentada em 2002 pelo clube the drift da OPT em Turweston, dirigido por uma empresa de tuning chamada “Option Motorsport”. O clube deu origem ao campeonato ao qual deram nome de “D1UK”, tornando-se mais tarde no “Autoglym Drift Championship”. Por razões legais, a companhia foi forçada a retirar as palavras Option e D1. O clube foi, desde então, absorvido pelo franchise do “D1 Grand Prix” como uma série internacional.
Até aos dias de Hoje o Drifting acabou por se tornar num desporto bastante competitivo onde pilotos conduzem carros com tracção ás rodas de trás, e ocasionalmente com tracção ás quatro rodas, para ganhar mais pontos dos júris baseado em vários factores.
Os amadores a fazerem drifts nas estradas públicas da Arábia Saudita com carros equipados e super-carros, estão a tornar-se um grave problema para o país, mas pelo menos fazem bons vídeos: